ADRIANA E DANIELLE

Com amor se
constrói uma vida

Eu, às vezes, fico me perguntando de onde tiro algumas ideias e como consigo concebê-las. Resolvi fazer o perfil de duas pessoas ao mesmo tempo, num único texto, de duas irmãs vencedoras e que são um exemplo de que é possível trabalhar com irmãos e obter êxito.Nossa conversa durou quase 3 horas, demorou pra acontecer. Ou eu tinha problema de agenda ou eram elas que o tinham. Tiveram momentos que elas estavam cheias de trabalhos (quando não estão?) e outra que eu me preparava para viajar. Depois entraram de férias, pegaram covid, mas, enfim, aconteceu.

Adriana Vieira é seu nome profissional. É jornalista, professora, empresária, com diversos cursos, empreendedora, sonhadora e por aí vai. Adriana trabalhou em afiliadas do SBT, na TV Globo, Alumar, na Suíça, estudou no exterior e tem muita coisa para estudar, pois ela não para.

Danielle Vieira Domingues, empresária, formada em turismo, pós-graduada em comunicação e gestão de empresas, com diversos cursos, foi professora de inglês assim como Adriana, trabalhou numa das melhores agências de turismo do Maranhão e também não para de se atualizar.

Quando iniciamos nossa conversa, Adriana, a mais falante, começou contando sua história de vida e sua trajetória profissional. Um detalhe: se você não é bem resolvido e tem problema de baixa autoestima é melhor não conversar com ela, pois a riqueza de conteúdo e de vida que essa carioca/maranhense tem é de deixar qualquer um que tenha problema muito mal.

Quem não é bem resolvido pode achar que seja arrogância dela, mas longe de ser. É a vida dela. E graças a Deus sou bem resolvido (risos).

Apesar de conhecer Adriana há uns 30 anos, não sabia dessa riqueza de conhecimento que ela demonstrou a cada fala em nossa conversa.

Descobriu que era comunicação que queria fazer. Estudou na UFMA e, antes mesmo de chegar no 8º período, já estava fazendo estágio numa emissora de televisão de São Luís. Como sabia o que queria, sempre percebeu as oportunidades e procurou agarrá-las.

Danielle ficava calada, ouvindo de forma muito compenetrada tudo que sua irmã falava. E, no final de toda conversa, quando lhe perguntei uma pessoa da comunicação que admira, ela me respondeu que, para ela, sua irmã Adriana é um exemplo de profissional da comunicação.

Não tem nessa parceria a cabeça ou a que é melhor, não é banda de rock em que o vocalista é o líder. Realmente elas se completam. Quem olha de fora talvez ache que existe uma melhor, mas eu descobri que o sucesso depende dessa união, dessa sintonia.

No silêncio, que fala muito sobre a Dani (gosto de chamá-la assim), ela sabe que uma não vive sem a outra.

Existe uma frase do senso comum que sociedade é mais difícil que casamento, pois na união marido e mulher, tem amor e na sociedade não tem. Se faz sentindo não sei, porém, no caso das duas irmãs, tem muito amor nessa construção de sociedade.

Esse amor foi cultivado e nasceu na infância. Apesar da pequena diferença de idade entre as irmãs, Adriana teve primeiro contato com o amor, e depois que Dani nasceu, ela também começou a beber nessa fonte de amor.

Seus pais, em especial seu pai Joaquim, já falecido, foi o grande líder, de fato, dessas duas mulheres. Não estou deixando de lado a importância da mãe dona Maria Carmen, cujos nomes significam “senhora, soberana” e “poema” respectivamente, pois a união dos pais era um exemplo vivo de que com amor se constrói uma vida.

Adriana viveu um momento no Rio de Janeiro onde seu pai a levava para lugares de extrema beleza e que a definiram com uma criação lúdica (gostei), dentre eles estão: Parque Lage, Jardim Botânico, museus, teatros. E isso, com certeza, fez com que ela cultivasse o prazer pelo saber. Pelo descobrir.

Como a vida me ensinou, vamos ficando mais velhos e mais humildes, alguns pioram (risos), mas eu não. Adriana citava lugares, autores de livros, expressões em inglês que eu não sabia, além disso não conhecia os lugares e nem os autores que ela citou. Perguntei todos, anotei, e, em breve, irei lê-los. Citou um em especial: “Biblioteca da Meia Noite” de Matt Haig e traduzido por uma Adriana, só que com o sobrenome Fidalgo (olha aí outra Adriana aparecendo, acho que ela não sabia disso).

A “Biblioteca da Meia-Noite” é um romance incrível que fala dos infinitos rumos que a vida pode tomar e da busca incessante pelo rumo certo. A história das duas seguiram rumos diferentes, mas talvez o amor entre as duas será sempre o rumo certo.

Quero mais uma vez chamar a atenção para o silêncio da Danielle, um silêncio que “falava” muito – isso é coisa de psicólogo (risos). Lembra que falei da importância do amor e também de algo que aprendi com a vida.

Uma boa sociedade é de um complementando o outro. Se os dois vendem muito, não terá ninguém para entregar os pedidos, ou se os dois são mais administradores, não haverá vendas. É assim que percebo as duas. Uma complementa a outra.

Adriana começou a trabalhar cedo e já fazia faculdade de jornalismo, durante uma greve na UFMA (que durava muito tempo), foi trabalhar como secretária bilíngue no exigente setor de engenharia da Alumar.

Como ela também é exigente, as coisas foram indo bem. Lá ela fez amizades e começou a dar aulas de inglês para outros executivos da empresa. E, em virtude do padrão Adriana de eficiência, foi convidada para ser efetivada no cargo de secretária bilíngue, mas, como teria que largar a faculdade de Jornalismo, resolveu não aceitar.

Porém, ela aproveitou essa amizade com os profissionais que precisavam aprender inglês. Adriana, montou, num ambiente da casa dos seus pais, uma mini sala de aula com cadeira, quadro (lousa) e passou a ganhar dinheiro com isso. O mais importante: mais uma vez teve o apoio do pai e também ganhou um dinheirinho o que não faz mal a ninguém.

O pai sempre ensinou as duas a voarem, mas a Adriana não tinha muita tendência a criar raízes (até demorou para comprar seu apartamento aqui), já Dani é pé no chão, no estilo risco calculado, observa as coisas e depois dá o xeque-mate.

Adriana trabalhava na Difusora de São Luís e encontrou em Ivan Renato, profissional que cuidava das afiliadas da Rede Globo, uma grande amizade. Ela fez de tudo nas emissoras, atuou como jornalista em São Luís (TV Cidade, TV Mirante e TV Difusora nessa ordem) foi repórter, produtora, apresentadora, editora e vendedora do programa independe que criou o Video Art.

Cobriu política no Bom Dia MA e testemunhou o momento que a Aids surgiu, o que a levou a fazer entrevistas com doentes terminais em uma série especial do programa Studio 10 da Mirante.

Dani interrompe e pede para ela falar do Programa Video Art, porém ainda tinha uma história antes. Adriana havia recebido uma proposta para trabalhar numa emissora em Fortaleza com um bom salário e prestigio, porém os chefes daqui fizeram de tudo para que ela ficasse na Difusora, além de melhorar os ganhos, deram um espaço para ela montar um programa seu, assim surgiu o Video Art.

Ah, começa aí a primeira parceria entre Adriana e Dani. Danielle que já estava trabalhando e se sentindo realizada, fez pós-graduação pela UniGranRio, foi professora de inglês na escola Pink and Blue e trabalhou nas agências de turismo Sunset e Baluz com as quais viajou para diversos países.

Foi produtora na TV Difusora no Programa Vídeo Art. Naquela época, ser produtora não era o mesmo que é hoje. Por favor, não estou desmerecendo o trabalho desses profissionais de agora, porém não tinha Google, Facebook, Instagram, era tudo na agenda. Uma agenda de produtor valia ouro.

Lendo assim, parece loucura, mas o tempo mostrou que valeu a pena.

Danielle foi de porta em porta. Foi a bares, restaurantes, procurou artistas e os cadastrou para que, quando fosse necessário, tivesse os contatos para possíveis matérias com eles. Pensava numa matéria, precisava de um local e de um artista, Danielle já sabia o lugar certo e o contato certo.

Ah, não posso esquecer que Dani fez intercâmbio nos Estados Unidos e morou com uma família americana pela qual ela sente muita gratidão e com quem ainda mantém contato.

Lembra do silêncio da Danielle? Ela é de falar pouco, mas quando fala todo mundo para para ouvir, pois ela dá o equilíbrio nessa parceria. Adriana sonha e Dani vai ver se esse sonho é viável ou não. Alguns até são factíveis, outros são puro impulso e energia da Adriana. Como num dia em que Danielle viajou e Adriana resolveu reformar o escritório da InterMidia – é o nome da empresa delas.

Quando Dani chegou de viagem, achou lindo, mas foi direto ao computador ver o saldo, saber se tinha dinheiro para cumprir os compromissos, pois ela não gosta de dever ninguém, mas também não gosta que devam a ela.

Adriana fez essa pequena, ou grande sei lá, estripulia financeira para felicitar a Dani quando chegasse. Legal, não fez para si e sim para a sócia irmã. Passado o susto, Danielle gostou.

Um avião, mesmo o mais potente e seguro do mundo, pode levar você a qualquer lugar, mas se não existir a pista de pouso e a de decolar, não adianta nada. Essa parceria é assim.

Ei, voltemos ao Programa Video Art. Adriana era a responsável, não apresentava, mas tinha de cair em campo para vender e Dani na produção. Na produção independente em televisão de cidade pequena, a gente faz de tudo um pouco, inclusive cobrar.

Mais uma mudança iria surgir na vida de Adriana. O jornalista da Rede Globo Ivan Renato surgiu novamente e a convidou para trabalhar como jornalista, não em uma afiliada Globo, mas na própria Rede Globo na unidade de São José do Rio Preto.

Imagina, uma mulher jovem com uma vida estabelecida em São Luís, tendo sucesso na sua área, morando com os pais, decidir largar tudo para se aventurar numa cidade de São Paulo. É uma decisão difícil. Difícil para quem não sabe o que quer, difícil para quem é um barco a vela sem vela, à mercê do vento. Para Adriana foi apenas pensar, conversar com seus familiares, em especial seu pai, e partir.

Viveu momentos de grande experiência, fez de tudo um pouco, até cobrir jogos de futebol do América de Rio Preto e o famoso time de Basquete de Jales, além de matérias da região rica em pecuária e agricultura, arte e cultura. O sonho dela era ser vista pela Globo, partir para trabalhar, por exemplo na Globo São Paulo, e hoje ser uma Fátima Bernardes e Renata Vasconcelos (detalhe sou eu que estou dando essas mulheres como exemplo, não ela), mas todas as que citei começaram de baixo.

E a Dani, ficou em São Luís, responsável pelo Programa Video Art. Não foi fácil, pois sua parceira havia ido embora, com a benção dela também. Porém com muita garra, talento e determinação continuou.

Estava chegando o aniversário do programa. Danielle e sua equipe resolveram fazer um show para comemorar com artistas e fazer essa surpresa para Adriana que estava em São Paulo e viria para a festa.

Elas pediram pra não citar esse acontecimento, vou respeitar o nome da pessoa envolvida, mas pedir para jornalista guardar informação é complicado, como não estávamos em terapia, vou contar sem citar nome.

O evento estava um sucesso. Um certo diretor da emissora em que trabalhava, pediu 50% da bilheteria.

Ora bolas, o programa ela dela, dado pela empresa, não existia uma ajuda, pois tudo era responsabilidade da Danielle e ele ainda queria metade do resultado da festa. Típico daquela época ter profissional como esse.

Deu tudo certo, mas depois do evento, Danielle foi ao tal diretor, deu o que cabia a ele, mesmo de forma injusta, mas também entregou o programa dizendo que não faria mais. Lembra da Dani calada ouvindo a Adriana falar comigo? Ela fala na hora que precisa e fala mesmo. Ética e criação familiar fizeram com que ela não se misturasse com esquemas.

E a nossa nômade Adriana, que estava sempre com as malas “prontas”, como um piloto de avião preparado para assumir um voo se for chamado, já está tudo pronto. Opa, não é que o pai dela era piloto de avião. Será genético. Precisamos estudar isso (risos).

Tudo indo bem em São José do Rio Preto, apartamento montado, caminhando do jeito que ela queria, no entanto tem sempre um “porém”. Apareceu uma oportunidade de ir para Suíça, uma amiga a convidou para fazer um trabalho de consultoria de um mês para um evento internacional de uma grande universidade (a ETH – Escola Politécnica de Zurich) que iria realizar o primeiro congresso mundial de Nanotecnologia e precisava mapear empresas e instituições da América Latina, ficando Adriana a cargo desse trabalho numa época em que não existiam redes sociais nem Google.

Não foi pelo dinheiro, talvez um pouco também, mas seria outro desafio. O que vocês que estão lendo acham que ela fez? Foi! Se mandou pra Suíça, porém o trabalho foi realizado com a qualidade Adriana de fazer. Ela acabou sendo convidada a ficar mais tempo, ganhando em franco suíço o que trabalhando no Brasil levaria uns 2 anos para ganhar.

Aceitou o convite, mas como é profissional, primeiro se abriu com o chefe da Globo sobre seu desejo de ficar na Suíça após as férias devido a essa excelente oportunidade. Ela era muita querida na empresa e por ele que de forma bem tranquila apoiou a decisão e resolveu o problema, até porque a Globo da cidade estava sendo vendida. Ele então conseguiu desligar Adriana sem grandes problemas.

Por telefone, entregou o apartamento alugado e montado. Os amigos encaixotaram tudo, deixaram as caixas na casa de uma amiga e ela ficou na Suíça. Chato ficar na Suíça e ganhando franco suíço? (risos)

Importante citar que, em nenhum momento da nossa conversa, vi as duas fazerem alguma crítica por quaisquer das decisões que tomaram, principalmente as que Adriana tomou. No início, citei que essa união foi construída na infância e fortalecida na vida. Então! É assim: se quer, vou apoiar.

Dani continuou sua vida na área do Turismo, dando aula de inglês, casou, hoje tem dois filhos e sua vida foi caminhando. Acho que no mesmo estilo que ela completa sua irmã, ela o faz em sua família. Uma mãe amiga, companheira, tem um casamento de mais de 20 anos e confessou que seu esposo é seu grande companheiro, mas quando tem de colocar as situações nos seus devidos lugares todos param para ouvir. Firme nas posições que são importantes serem tomadas por todos.

E Adriana na Suíça? Foi convidada a ficar e trabalhar no evento que ela ajudou a montar, porém ela já tinha comprado um passe de trem para viajar, conhecer a Europa. Com dinheiro no bolso, a jovem desbravadora foi conhecer vários países.

Um belo dia, quem resolveu voltar a São Luís? Nossa Cidadã do Mundo. E com toda expertise conquistada, sentiu a necessidade de desenvolver um trabalho por aqui.

Surgiu a oportunidade de criar uma empresa na área de comunicação e Adriana juntamente com as amigas jornalistas Elvira Fecury e Márcia Campos criaram a InterMidia. Eu sempre achei que tivesse sido ela e a Danielle.

As coisas foram acontecendo, trabalhos surgindo, consultorias. Ainda tinham as pessoas constantemente confundindo uma empresa de comunicação integrada com uma agência de publicidade, mas com muita luta e tempo, essa mentalidade mudou, novos empresários também chegaram com uma visão diferente.

Num desses projetos a empresa foi convidada para fazer uma palestra na Associação Comercial do Maranhão a convite do presidente da época, Afonso Manoel. O tema era como os empresários deveriam lidar com a imprensa no momento de dar entrevista na tv e outras relações com as mídias.

Deixando “a vida me levar” bem ao estilo da música de Zeca Pagodinho, mas não na segunda estrofe “Vida leva eu”, pois ela sempre quis ficar na comunicação.

Quis o destino, o acaso ou o universo – escolha você mesmo – que, na plateia, estivesse o engenheiro Maurício Macedo que era Gerente de Meio Ambiente e Relações Públicas da Alumar. Ele fez um convite para que ela fosse trabalhar nessa grande empresa como funcionária efetiva no cargo de analista de relações públicas. É o padrão de qualidade Adriana de ser.

Aceitou e ficou quase três anos lá, com um bom salário e benefícios, trabalhar na Alumar valorizaria seu currículo por ser uma empresa desejada. Com um emprego, salário maravilhoso, ela se aposentaria lá, fazendo carreira na empresa com muito sucesso. Você faria diferente? Ela fez!

Nesse momento a mão, da irmã amiga, mais uma vez apareceu. Dani entrou na InterMídia nessa época e ajudava no atendimento aos clientes da empresa, não como sócia ainda.

A incansável Adriana trabalhava manhã e tarde na Alumar e à noite na InterMidia, porém, com o excesso de trabalho e cansaço, ficou difícil conciliar quando as duas sócias começaram a seguir outros caminhos e optaram por sair da sociedade amigavelmente.

O que aconteceu? Adriana então abriu mão do emprego da Alumar e partiu para assumir a InterMídia convidando Danielle para ser sua sócia. O término com as outras sócias foi tranquilo e uma nova fase da empresa surgia.

Detalhe muito importante que ela me contou: “Mas saí da Alumar com um contrato, e como terceirizada ajudei a implantar e coordenar o programa social Junior Achievement que a empresa promovia para fomentar a educação empreendedora entre jovens. Era um contrato da InterMídia junto à Alumar”.

Se eu começar a escrever sobre a InterMídia dá um livro, pois a história de superação pela qual a empresa passou, seria muito importante registrar. Quem sabe um dia. Porém o que as duas fizeram e fazem até hoje nesse mercado faz parte da história da comunicação do Maranhão.

Elas ajudaram a construir marcas importantes, como a Amazônia Celular, grande cliente que elas tiveram por dez anos enquanto a empresa existiu. Além da divulgação, elas eram responsáveis por todas as ações promocionais da marca, como aquelas que ajudaram as pessoas a se familiarizarem com a recém-lançada telefonia celular e seus novos serviços como voz e dados. Sim, elas literalmente ajudaram a fazer essa história da telefonia celular no Maranhão. Outros clientes importantes e queridos foram a Dalcar Veículos, a Cemar, hoje Equatorial Energia, além de muitas outras marcas, personalidades, profissionais, pequenas e grandes empresas, dentre tantas outras que elas assessoram hoje. Sei que elas cuidam das empresas que são suas clientes.

Não perguntei, mas acredito que foram dezenas de empresas, shows, personalidades que tiveram sucesso pelas mãos delas. Tenho muito orgulho de vivenciar esse crescimento e ser amigo das duas. Se uma sociedade é difícil, porque não existe amor. Nesse caso, há muito amor. As duas são sinônimos de responsabilidade, qualidade, de serem incansáveis para atender e surpreender seus clientes.

Luiza Trajano tem uma frase que pra mim define um bom trabalho: “comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e, de repente, você estará fazendo o impossível.” Elas fazem o impossível para cuidar dos seus clientes.

Vocês duas são únicas, corpo, mente e espirito.
Vocês duas são únicas, construíram uma vida.
Você duas são únicas, uma não existe sem a outra.

Tem um trecho de um poema de Carlos Drummond de Andrade que ele fala de amor do qual gosto muito: “Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la”. Elas não têm motivos para não se amarem e é por causa desse amor único entre as duas que elas conseguiram se tornar um sucesso.

Obrigado pela oportunidade de escrever sobre vocês duas.

11111111

Vocês duas são únicas, corpo, mente e espirito. Vocês duas são únicas, construíram uma vida. Você duas são únicas, uma não existe sem a outra.